‘Star Wars: Os Últimos Jedi’ é uma homenagem a Carrie Fisher

star wars os últimos jedi

Quando a Disney decidiu ressuscitar a franquia de sucesso de George Lucas, os risco de “decepcionar” os fãs mais assíduos da saga era bem real e poderia significar o fim da empreitada.

Star Wars: O Despertar da Força trouxe às telas uma nova história destinada à geração do século 21. Mas, é claro, não agradou todo mundo. Apesar de ter em seu elenco Harrison Ford (Han Solo), Carrie Fisher (Princesa Leia), além de personagens aclamados como Chewbacca e R2-D2, a presença do neto de Darth Vader como o vilão da história ainda gerava dúvidas no público. Kylo Ren (Adam Driver) seria capaz de seguir os passos do avô, a ameaça mais temida de toda a galáxia?

Confira o trailer de Star Wars: Os Últimos Jedi

A continuação, Star Wars: Os Últimos Jedi (estreia 14 de dezembro nos cinemas), no entanto, consegue cumprir todas as promessas levantadas anteriormente. Mesmo com a morte de Solo, o filme ganha poder com a presença de Luke Skywalker (Mark Hamill) e de Fisher, que morreu no final de 2016, e teve a sua memória homenageada com primor ao longo da trama. Até mesmo Yoda faz uma aparição especial no longa-metragem para nos lembrar que há sempre esperança, mesmo quando tudo parece conspirar contra os nossos heróis.

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Carrie Fisher ganhe destaque em seu último trabalho para o cinema

Na narrativa, Rey (Daisy Ridley) encontra Luke em uma ilha deserta, onde espera receber o seu treinamento como jedi. Assim como Obi Wan, o ex-combatente sofre com a escolha do sobrinho, de abraçar o lado negro da força. Neste ponto, a jornada dos personagens se une, ao passo que ambos procuram por esperança: Rey tenta resgatar Kylo de seu destino sombrio e Luke luta para acreditar novamente na força.

Veja cenas dos bastidores de Star Wars

Enquanto isso, a Resistência combate o seu maior inimigo e tenta trazer paz para a galáxia. Leia continua no comando da tropa que conta com o retorno de Poe (Oscar Isaac), e seu fiel companheiro BB-8, e Finn (John Boyega). Outra adição de destaque à história neste ano é a de Benicio Del Toro como o criminoso DJ.

A narrativa caminha naturalmente, sem a necessidade de se amparar em grandes efeitos especiais – embora, sejam grandiosos e espetaculares. Mais do que isso: o filme emociona. Afinal, Star Wars sempre estará relacionado ao destino de uma família, seja ela de sangue ou formada pelos laços da amizade.

Para a franquia, o futuro segue promissor. Em 2018, Han Solo ganha um filme próprio e a continuação de Os Últimos Jedi deve entrar em breve no calendário de filmagens do estúdio. Ainda bem. Nas palavras de Yoda: “que a força esteja com você.”

Príncipe William e Harry visitam o set de gravação de Star Wars

Julia Benvenuto
Jornalista formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e pós-graduada em Jornalismo Cultural pela FAAP. É autora da tese "A Revolução dos Losers: como o seriado americano Glee representa a juventude do século 21".

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