Jurassic World: Reino Ameaçado inaugura nova era para franquia

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Quando Steven Spielberg dirigiu pela primeira vez Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros, há 25 anos atrás, o público ainda não tinha experimentado a sensação de ver na telas do cinema animais grandiosos e assustadores.

De lá para cá, a franquia ganhou quatro longa-metragens e milhares de fãs pelo mundo. Jurassic World: Reino Ameaçado, que estreia em 14 de junho no Brasil, traz Claire (Bryce Dallas Howard) e Owen (Chris Pratt) de volta ao parque que foi destruído após a fuga dos dinossauros de seus cativeiros.

Veja trailer inédito de Jurassic World: Reino Ameaçado

 

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Claire e Owen retornam ao parque para salvar dinossauros da extinção

Agora um vulcão ameaça extinguir mais uma vez as espécies do planeta e os protagonistas unem forças em uma missão de resgate para salvar a Velociraptor Blue e quantos outros animais conseguirem. Mas a viagem traz diversos perigos e também um rosto familiar aos primeiros filmes da franquia – e vamos manter a sua identidade em mistério nesta crítica.

Conversamos com o diretor de Jurassic World

Para quem acompanha a evolução dos filmes, desde a década de 1990, a sequência trilha o mesmo caminho de seus percursores, com perseguições e encontros emocionantes, efeitos especiais inesquecíveis e as famosas cenas de medo, na perspectivas de crianças, muito utilizadas nas produções assinadas por Spielberg e mantidas pelo diretor atual, J.A. Bayona.

O que parece faltar, no entanto, é um certo encantamento presente nas antigas produções, com o dia a dia de um parque temático. Afinal, Jurassic Park ainda guarda um efeito nostálgico no público, que busca constantemente referências ao primeiro filme. Mesmo que os dinossauros estejam cada vez mais realistas.

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O cenário não é mais o mesmo e agora os dinossauros são inseridos em nosso habitat, sem cercas ou barreiras. E como a humanidade vai conviver com estes animais primitivos? Será o nosso destino é a extinção? Com certeza, gancho é bastante promissor para uma futura continuação da saga.

Julia Benvenuto
Jornalista formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e pós-graduada em Jornalismo Cultural pela FAAP. É autora da tese "A Revolução dos Losers: como o seriado americano Glee representa a juventude do século 21".

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