‘Homem-Formiga e a Vespa’ é carismático, mas não surpreende

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Uma das grandes habilidades da Marvel é produzir filmes que, mesmo com personagens coadjuvantes nos HQs, cativam o público.

Homem-Formiga, nesse quesito, não é uma exceção. O estúdio já havia conseguindo um sucesso estrondoso com Doutor Estranho (2016) e Pantera Negra (2018) quando decidiu investir em uma sequência para a história de Scott Lang (Paul Rudd).

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Homem-Formiga e a Vespa, com estreia programada para 5 de julho nos cinemas brasileiros, mostra quais foram as consequências sofridas por Scott após a rebelião de Capitão América: Guerra Infinita. Afinal, por que o herói não integrou o time na luta contra o vilão Thanos?

Como parte de seu acordo com o governo americano, o protagonista ficou dois anos em prisão domiciliar – e longe de qualquer contato com o Capitão América e outros fugitivos. Ele até cumpriu a sentença sem problemas, mas um sonho o fez contactar os antigos companheiros: Hope (Evangeline Lilly) e Hank (Michael Douglas).

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A partir daí Scott volta a usar o traje de Homem-Formiga, escondido do FBI, na esperança de ajudar Hope a encontrar a sua mãe (papel de Michelle Pfeiffer), que ficou anos perdida no mundo subatômico. O elenco ainda conta com a participação de Laurence Fishburne, como um ex-colega da S.H.I.E.L.D de Hank.

A trama é leve e divertida e caminha sem muitos obstáculos ou surpresas. No entanto, o grande momento que os fãs da Marvel esperam, ou seja, pistas para a continuação de Vingadores, não é lá muito emocionante. Ele acontece após os créditos finais, então fique até o final da exibição para não perder a cena extra.

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Com a maioria dos heróis extintos, o Homem-Formiga deve ser um dos integrantes principais na luta contra Thanos, juntamente com a Capitã Marvel. No mais, o filme é uma boa aventura para curtir com a família, bem menos complexa e sombria que as suas precursoras.

 

Homem-Formiga e a Vespa Trailer

Julia Benvenuto
Jornalista formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e pós-graduada em Jornalismo Cultural pela FAAP. É autora da tese "A Revolução dos Losers: como o seriado americano Glee representa a juventude do século 21".

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