‘A Descoberta das Bruxas’ é a versão madura que os fãs de ‘The Vampire Diaries’ sempre esperaram

Quando a historiadora Deborah Harkness decidiu escrever a sua obra de ficção A Descoberta das Bruxas, os vampiros e outras criaturas sobrenaturais já haviam sido explorados demasiadamente no cinema e na TV. Em 2009, dois anos antes do lançamento do primeiro livro da trilogia, The Vampire Diaries estreava com grande empatia dos fãs adolescentes.

No entanto, o que chegou às telas em 2018 pelo canal britânico Sky foi algo completamente diferente: uma trama inteligente para adultos, permeada por uma fotografia sombria e referências a pensadores do passado.

A primeira temporada foca na jornada de Diana Bishop (Teresa Palmer), uma acadêmica de Oxford que tenta negar sua linhagem de bruxas até encontrar, por acidente, o manuscrito Ashmole 782. Este livro, desaparecido há séculos, contém os segredos da origem de todas as espécies e torna Diana o alvo instantâneo de uma disputa de poder milenar. É neste cenário de vigilância e perigo que ela conhece Matthew Clairmont (Matthew Goode), um vampiro de 1.500 anos que é tão perigoso quanto fascinante.

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O romance proibido de vampiros e bruxas

Diferente de outros romances do gênero, a relação entre Diana e Matthew é construída sobre intelecto e respeito. Goode, que já brilhou em produções como Downton Abbey e The Crown, traz uma melancolia aristocrática ao vampiro bioquímico que busca desesperadamente entender por que as criaturas estão morrendo. A química entre ele e Teresa Palmer é eletrizante, especialmente quando desafiam o “Pacto” — uma lei antiga que proíbe o relacionamento entre diferentes espécies.

Em A Descoberta das Bruxas, Diana não é uma donzela em perigo; ela é uma força da natureza que começa a manifestar o “Fogo da Bruxa” e a “Luz de Vênus” de forma descontrolada e letal.

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Série A Descoberta das Bruxas

A Descoberta das Bruxas tem sangue, realismo e a caçada

A narrativa da primeira temporada caminha com rapidez a partir do terceiro capítulo, transformando a pesquisa acadêmica em uma caçada humana (e sobrehumana). As cenas de violência são realísticas e sangrentas, mostrando que a Congregação — o conselho das criaturas — não hesita em torturar para obter o que deseja. O vilão Peter Knox, um bruxo obcecado por supremacia, torna-se o pesadelo de Diana, enquanto Matthew a leva para a segurança do seu castelo ancestral na França, Sept-Tours.

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O carisma dos atores ajuda no fluxo da narrativa, compensando os oito episódios que, para muitos fãs, foram rápidos demais para cobrir todos os detalhes do livro. Vemos Diana aprender que seus pais não morreram em um acidente comum, mas foram assassinados por medo do poder que ela herdaria. O clímax da temporada envolve um ritual de “salto no tempo”, preparando o terreno para o que veremos nas sequências baseadas nos livros Shadow of Night e The Book of Life.

A Descoberta das Bruxas é uma celebração do oculto misturada com o rigor acadêmico. Com a renovação garantida para mais duas temporadas, o público pode esperar por mais aventuras neste mundo fabuloso, repleto de bruxas, vampiros e demônios — sem esquecer de nós humanos, é claro.

Você acredita que o amor entre uma bruxa e um vampiro pode realmente sobreviver à fúria da Congregação, ou o destino de Diana e Matthew já está selado? Comente abaixo qual o seu poder sobrenatural favorito da série!

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