Supernatural 13ª temporada: Mark Sheppard não retorna como Crowley na série

Prepare-se, caçadores, porque o mundo de Supernatural acaba de ser virado de cabeça para baixo – ou, pelo menos, o inferno está prestes a ficar muito mais… vazio. Se você pensou que a 12ª temporada tinha esgotado sua cota de reviravoltas chocantes, segure-se na sua faca de anjo, porque a notícia que vamos te dar agora é um verdadeiro nocaute. Crowley, o Rei do Inferno com um charme diabólico e um sarcasmo afiado que conquistou nossos corações (e infernos), não estará presente na 13ª temporada de Supernatural – pelo menos, não da forma que você, fã devoto e sofredor, esperaria.

É isso mesmo. Aquele que nos fez duvidar de nossas próprias almas, o demônio que se tornou um aliado improvável, o personagem que roubou a cena inúmeras vezes com uma simples piscadela ou uma frase de efeito, pode ter dito seu adeus definitivo. E a confirmação veio direto da fonte, como um raio que atingiu o bunker dos Winchesters: o ator Mark Sheppard, o ator por trás de Crowley, anunciou em seu Twitter que não faz mais parte do elenco regular da atração. Um tuíte seco, direto, que deixou milhões de fãs em um estado de negação coletiva e desespero puro. Como Supernatural pode existir sem o seu Rei do Inferno favorito?

O adeus inesperado de um ícone infernal

A verdade é que Crowley não era apenas um vilão; ele era um fenômeno. Desde sua primeira aparição, como um demônio de encruzilhada que adorava fazer acordos sujos, até sua ascensão ao trono infernal, ele evoluiu de um antagonista astuto para um “aliado” relutante e, por vezes, surpreendentemente moral – ou pelo menos, com um código de honra muito peculiar. Sua química com os irmãos Winchester, especialmente com Dean, era palpável. As provocações, as barganhas, os momentos em que ele, contra todas as expectativas, ajudava os rapazes a salvar o mundo (geralmente para salvar a si mesmo, claro, mas quem se importa com os detalhes?), transformaram-no em um ícone.

Ele era o equilíbrio perfeito entre o terror e o alívio cômico, o tipo de vilão que você amava odiar, até que percebeu que o amava de verdade. Sua inteligência afiada, sua elegância sombria e sua capacidade de se safar das situações mais impossíveis o tornaram indispensável. Os fãs se apegaram a ele, torceram por ele e até mesmo perdoaram suas inúmeras traições porque, no fundo, Crowley era Crowley. E agora, a ideia de uma temporada sem sua presença magnética é quase impensável.

Crowley conquistou nossos corações 

Crowley em supernatural
Crowley em Supernatural

O final da 12ª temporada foi um turbilhão de emoções, um verdadeiro campo de batalha épico que culminou na derrota – ou, pelo menos, no aprisionamento – de ninguém menos que Lucifer. E quem foi o responsável por esse feito monumental? Crowley. Em um ato de sacrifício que chocou a todos e provou que, talvez, houvesse um pingo de bondade (ou, no mínimo, cansaço das artimanhas do Diabo) naquele coração demoníaco, ele se apunhalou com uma faca de anjo, liberando o feitiço que selaria Lucifer em uma dimensão alternativa.

Foi um momento arrebatador. O Rei do Inferno, que sempre pensou em si mesmo, deu sua vida para salvar o mundo dos Winchesters. Uma morte heroica, poderosa, que parecia dar um fechamento digno a um personagem tão complexo. Mas, como todo fã de Supernatural sabe, “digno” e “final” são palavras que raramente andam juntas neste universo. Afinal, estamos falando de uma série onde a morte é mais um inconveniente temporário do que um ponto final. Personagens morrem e voltam com uma frequência alarmante, desafiando a lógica e a gravidade. Castiel já morreu e ressuscitou mais vezes do que podemos contar. Sam e Dean têm uma contagem de mortes que faria um gato se sentir amador. Então, a esperança, por mais tênue que fosse, ainda existia.

A morte em Supernatural: um ponto final?

É aí que o anúncio de Mark Sheppard no Twitter entra como um balde de água fria. “Não sou mais um membro do elenco regular”, disse ele. Essa é a parte que dói. A palavra “regular” é crucial aqui. Em Supernatural, a morte é um conceito fluido, mas a ausência do ator do elenco regular sugere que, pelo menos por um tempo, a porta está firmemente fechada. Mas estamos falando de Supernatural! Uma série onde o impossível é a norma, onde anjos caem, demônios governam e Deus é um escritor de ficção científica.

Ainda há uma centelha de esperança, uma pequena chama de especulação que se recusa a ser apagada. O próprio Sheppard deixou uma brecha, e a própria natureza da série reforça isso: ele pode ser cotado para uma participação especial no futuro. Um flashback? Um retorno milagroso do inferno (novamente)? Uma versão alternativa de Crowley de outro universo? As possibilidades são infinitas e deliciosamente intrigantes. O inferno está em caos sem seu rei, e Sam e Dean estão lidando com a perda de um aliado crucial (e a chegada de um novo e inesperado familiar). A ausência de Crowley cria um vácuo de poder que certamente será preenchido por novas e aterrorizantes ameaças.

O que isso significa para a 13ª temporada? Quem ocupará o trono do inferno? Como os Winchesters lidarão com um mundo sem o seu demônio favorito para chantagear ou pedir ajuda? As perguntas se acumulam, e a ansiedade só aumenta.

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