O Colecionador de Ossos: 5 motivos pelos quais a série é muito mais fiel aos livros do que o filme

Desde que a NBC anunciou a nova versão de O Colecionador de Ossos, o fandom encarou com bons olhos a empreitada. Lançado originalmente em 1999, o longa-metragem protagonizado por Denzel Washington e Angelina Jolie foi um sucesso estrondoso, mas sempre deixou um gosto amargo nos leitores ávidos de Jeffery Deaver. A série de TV não apenas estreou, como provou que o tempo e o formato de episódios eram exatamente o que Lincoln Rhyme precisava para brilhar de verdade.

A trama acompanha a vida do genial criminologista Lincoln Rhyme, que se aposentou após um acidente catastrófico no trabalho que o deixou tetraplégico. Quando um intrigante caso surge com as marcas de seu antigo nêmese, ele assume uma parceria com uma talentosa detetive para caçar o assassino. Se você achava que o filme tinha contado tudo, prepare-se: a série trouxe camadas que o cinema simplesmente ignorou.

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Confira abaixo os 5 motivos pelos quais a série é considerada mais fiel aos livros do que o longa-metragem.

lincoln rhyme - o colecionador de ossos
Série baseada em O Colecionador de Ossos teve apenas uma temporada

1. Aprofunda o acidente e a condição de Rhyme

No filme de 1999, a condição de Lincoln parece quase um detalhe de cenário. Na série, a luta física e psicológica do protagonista é o centro de tudo. A produção explora as dores neuropáticas, a depressão e a tecnologia assistiva, tornando a sua limitação física um obstáculo real e não apenas um traço de personalidade “cool”.

2. O nome e a essência de Amelia Sachs

Você sabia que no filme o nome da personagem de Angelina Jolie foi mudado para Amelia Donaghy? A série corrigiu isso imediatamente, trazendo de volta a verdadeira Amelia Sachs. Mais do que o nome, a série resgatou o vício de Sachs em roer as unhas e a sua artrite precoce, detalhes que a tornam muito mais humana e próxima da descrição de Deaver.

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3. O ritmo da perícia forense

O filme precisava correr contra o tempo de duas horas. A série, com seus episódios longos, permite que o público acompanhe cada passo da análise de solo, fragmentos de osso e fibras. É um deleite para quem gosta de CSI, ou outras produções do gênero, mas com a inteligência superior de Rhyme guiando cada microscópio.

4. O Colecionador é um monstro mais complexo

No cinema, o vilão era quase genérico. Na série, o Colecionador de Ossos é um estrategista que testa a moralidade de Rhyme. Ele não quer apenas matar; ele quer provar que é mais inteligente que o sistema. A série dedica tempo para mostrar a preparação doentia do assassino, algo que arrepiou os leitores do livro original.

5. A Nova York que respira crime na trama

O cenário da série em 2026 é uma Nova York gótica, suja e claustrofóbica. Diferente do visual limpo de algumas cenas de 99, aqui sentimos o cheiro do asfalto úmido e o perigo de cada beco, exatamente como Jeffery Deaver descreveu em suas páginas mais sombrias.

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Embora a série tenha sido cancelada em 2020, Lincoln Rhyme: A Caçada pelo Colecionador de Ossos vive uma segunda vida nos catálogos de streaming. O público redescobriu a obra que está disponível para maratonar na Netflix (filme) e no Prime Video (série).

Você acha que a série foi cancelada por falta de audiência ou porque a sombra de Denzel Washington era grande demais? Comente abaixo se você assinaria uma petição para o retorno de O Colecionador de Ossos!

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