Crítica: 3ª temporada de TWD
CríticaThe Walking Dead

Terceira temporada de Walking Dead peca em mortes prematuras

Por 10 de abril de 2013 dezembro 12th, 2016 Sem Comentários

Com uma estética violenta e sangrenta, The Walking Dead empolgou os espectadores ao promover o gênero de suspense e terror à moda zumbi. Diferente de Zumbilândia, que adota uma postura humorística, a série mostra a imagem de um mundo apocalíptico, em que a epidemia destruiu por completo o nosso planeta e provocou uma verdadeira guerra civil entre os humanos que ainda restaram.

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Talvez o grande atrativo da série, o seu elemento surpresa, é colocar a morte como algo eminente. Sendo assim, ninguém está à salvo da fúria dos mortos-vivos. E nem mesmo Andrea – uma das personagens principais da história original nos quadrinhos – resistiu a terceira temporada. A opção nada fiel à história original adotada pelo produtor Robert Kirkman causou furor e até lhe rendeu ameaças de morte.

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Transformado em zumbi pelo governador, Merle teve a morte mais cruel da temporada

Transformado em zumbi pelo governador, Merle teve a morte mais cruel da temporada

Se a matança descontrolada estava caindo na mesmice, o dualismo ético entre a figura do Governador de Rick prometia esquentar a narrativa. Em Woodbury, todas as decisões eram controladas pelo cruel Governador, que não media esforços para suas conquistas. Longe da postura ditatorial, Rick buscava, por sua vez, proteger o seu grupo da vingança de seu inimigo em um regime democrático onde a maioria é quem comandava. A guerra, no entanto, acabou com mais mortes de zumbis e de parte do elenco – entre eles, Lori (Sarah Wayne Callies), Andrea( Laurie Holden) e T-Bone (Theodore Douglas).

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A maior perda de todas, talvez, foi a de Merle (Michael Rooker). Ninguém contava que ele, que demorou tanto para retornar à trama, fosse morrer prematuramente. E não foi só isso. O modo em que o personagem foi morto chocou até os mais espectadores mais incrédulos: depois de ser transformado em zumbi, Merle encontrou o seu destino fatal pelas mãos do próprio irmão, Daryl Dixon (Norman Reedus). Em Walking Dead, a perda é um sentimento recorrente. Resta saber de a ausência dos personagens causará impactos profundos no desenrolar desta história.

Por Anna Caroline Yves

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